terça-feira, 11 de junho de 2013

Mordaça


12 comentários:

Anônimo disse...

Admiro a clareza de suas palavras, POETA FRANCO!
(Reitero: ARTE na ilustração!)
Grande abraço,
Andrea Marcondes

Fabrício César Franco disse...

Andrea,

A clareza foi obtida depois de muita ourivesaria. Limpar o que não é essencial, lapidar a palavra, até dizer.

Abraço, com carinho infindo!

Raquel Sales disse...

Fabrício,

Já perdi a contas de quantas vezes me envenenei... Minha dúvida: exigência social ou fraqueza????

Quanto ao texto, sintético e preciso, como de costume. Do jeitim que eu gosto.

Bj

Fabrício César Franco disse...

Raquel,

Exigência social, maioria das vezes, que acatamos, sem questionar...

Beijo!

Rafaela Figueiredo disse...

Às vezes, sim, poeta...
Mas que, ainda assim, nos possamos salvar do celeuma à boca do mundo!

Bjos

Fabrício César Franco disse...

Rafaela,

Fiquei na dúvida: para você, é ainda preferível nos calar?

Beijo!

Rafaela Figueiredo disse...

Sim, amigo, apesar de.

Deve-me ser um mal, mas tanto calo quando precisaria falar...

Fabrício César Franco disse...

Rafaela,

Talvez seja uma simples questão de costume. Quando a força da mordaça se fizer presente, sussurre. Ainda que a voz lhe falte, o som - inicial - não lhe deixará calada. E forçará, quem lhe amordaça, a ouvi-la.

Beijo!

Nanda disse...

Sou dupla libriana - grande novidade...rs - então acho fundamental o não calar. Agora um jeitinho na hora de falar, quase sempre ajuda!

Fabrício César Franco disse...

Nanda,

Essa diplomacia no falar que é meu grande calo, meu maior obstáculo. Vezes há que as palavras fluem em borbotões, mal controladas por mim. E aí, se as calo, elas me envenenam fatalmente.

Dilema...

Su Palanti disse...

Adoro quando você solta a voz.... Mesmo quando se cala.

Fabrício César Franco disse...

Su,

Estamos em época mais que necessária de se soltar a voz, em altos brados. Não nos calemos!

Abraço!

 
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