quarta-feira, 9 de abril de 2014

Um pouco além do alcance



Todo
o inefável que há
entre esse verso
e o próximo,

é poesia.


12 comentários:

Catarina Carvalho disse...

Que poema lindo, Fabrício...
Acho que já o li umas quinze vezes e ainda não consegui tirar o sorriso do rosto. Acho que é a melhor definição de poesia que eu já li, se é que podemos dizer que poesia tem uma definição.. rs
Saudades,
Catarina

Fabrício César Franco disse...

Maria,

Que bom ter você por aqui! Uma honra, na verdade. E melhor ainda que tenha gostado do que escrevi. Que eu tenha sua visita (e comentários) mais vezes por aqui.

Um beijo, com saudades!

Regina Bittencourt disse...

Um delírio! Amei!

Fabrício César Franco disse...

Regina,

... A minha grande felicidade é ter sua leitura e comentário. Obrigado pela visita e leitura gentil.

Volte sempre!

Ana Vidigal disse...

Fabrício, muito belo : )
Adorei ; )

Fabrício César Franco disse...

Ana Rosa,

... Que alegria ter você por aqui. Obrigado pelo comentário, pela visita, pelo olhar gentil sobre meu poema.

Seja sempre muito bem-vinda!

Beijo!

Raquel Sales disse...

Fabrício,

Se me permite acrescentar: entre um verso e outro, há a lacuna essencial de sorver, saborear e deglutir cada palavra que nutre a alma.

Quanto ao texto: como de costume, menos é mais...

Bj
Inté

Fabrício César Franco disse...

Raquel,

Obrigado pelo comentário, como de sempre, muito pertinente. E sim, gosto do menos que é construído (a mais) pelo leitor.

Beijo!

Anônimo disse...

Caríssimo POETA,
Se o que já foi "dito" por você nos encanta, imagino o INEFÁVEL" que você guarda "entre esse e o próximo verso". Esta leitora o espera!
..................................
"Penetra surdamente no reino das palavras
Lá estão os poemas que esperam ser escritos."
Drummond

Fabrício César Franco disse...

Andrea,

Ainda que não tenha assinado, sua peculiaríssima forma de pontuação me deu os sinais de que era você...

E muitíssimo grato pela citação de Drummond!

Abraços, com "sodade"!

Anônimo disse...

POETA!
Obrigada por me reconhecer!
Assim que leio seus poemas, gosto de postar imediatamente, o que sinto e penso.
Desculpe-me!
Grande abraço,
Andrea Marcondes

Fabrício César Franco disse...

Como não reconhecer? É pedir demais daquele menino que tinha (tem?) olhos atentos.

Abraço de novo, e de novo!

 
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