sexta-feira, 3 de abril de 2015

Dos encargos


São
impostos,
tributos,
compulsórios,
taxas,
emolumentos,
tarifas,
dízimos,
contribuições,
percentagens,
comissões,
alíquotas,
juros,
multas,
pedágios,
fretes,
portes,
coletas.

E um só salário.
Mínimo.
 

16 comentários:

Anônimo disse...

Receita - encargos= Conta que não fecha.
E nesse princípio de crise que estamos enfrentando o sentimento não poderia ter sido melhor definido. É muita carga em cima dos nossos ombros já cansados.

Adorei, poeta.

Beijos

Indi

Fabrício César Franco disse...

Indi, mais que querida,

Como escrevi alhures: carregamos o País nas costas, para recebermos, tão somente, um país.

Obrigado pela visita! Seja sempre bem-vinda!

Beijos!

Fredson Castro disse...

E bota mínimo nisso!! Kkk

Fabrício César Franco disse...

Fredson,

E temos que sobreviver, só com isso.

Obrigado pela visita!

Anônimo disse...

Verdade terrível, POETA!
E o assalariado (pobre brasileiro pobre)ainda cai, frequentemente, no "pro rata temporis" das dívidas, sem o devido planejamento.
Grande abraço,
Andrea Marcondes

Fabrício César Franco disse...

Andrea,

Por causa das dívidas a longo prazo, prefiro pagar tudo à vista. Assim, sei se posso ou não comprar. Sobrevivência no imediato.

Abraço, com carinho!

Nanda disse...

Dá pra escrever até um complemento, com: inflação, recessão, corrupção... Vamos ver o que o futuro nos reserva. Tomara que seja algo melhor que o que temos agora.

Fabrício César Franco disse...

Nanda,

Espero que seja mesmo algo melhor, minha cara. Estamos precisando, depois de tantos anos em desmando...

Abraço!

Rafaela Figueiredo disse...

Franco,
parece até piada; triste constatar q é isso aí. E não há escapatória.
Sobrevivendo à lei do cão...

bjo

Fabrício César Franco disse...

Rafaela,

... Sem saída, o escape fugindo-nos a cada dia...

Deve haver mais do que a poesia para nos salvar.

Beijo!

Suzana Palanti disse...

Mínimo, que tira o ânimo e provoca acréscimo... de zanga.
Estava com saudades daqui...
Bjuss

Fabrício César Franco disse...

Suzana,

Que bom ter, novamente, sua visita por aqui. Volte quando e sempre que quiser.

Beijo!

JB disse...

Essa semana recebi um nota fiscal e ao ler vi que cerca de 48,57 do que consumi era imposto. Fora o que eu já pago no processo até chegar à minha mesa. Com tantas coisas a pagar nem ganhando o salário máximo, imagina o mínimo. :/

Fabrício César Franco disse...

JB,

Por isso que fiz o desabafo. Não há como ser civil, sequer cidadão, sob um peso de taxas e impostos tão grandes sobre nós.

Obrigado pela visita ao Logomaquia!

Raquel Sales disse...

Poeta,

pra piorar, no século XXI, o dinheiro é virtual... não vejo nem moedinhas e sobram zeros à direita no meu extrato. Aff.

Bj

Fabrício César Franco disse...

Raquel,

... Há vezes que acredito que todo o valor que se atribui ao dinheiro não passa de fé de nós todos, pois a fluidez de valores é grande.

Beijo!

 
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