
)
do Diário do Confinamento
(
ocupamo-nos com a busca de certezas que não há.
Confundimos acaso com escolhas,
nossos rótulos e moldes com as coisas em si,
os registros de nossa lembrança com história.
Assim, não é bem o que nos acontece —
mas o que sobrevive
aos consecutivos naufrágios
de nossas vontades, cogitações e memória.
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